A reação de Martínez à derrota de Portugal: “Foi o nosso melhor jogo…”
Roberto Martínez, selecionador da seleção nacional de Portugal, reagiu à derrota lusa (0-1) frente a Espanha, em declarações à imprensa nacional, já depois do apito final no Dallas Stadium, naquele que foi o jogo do 'adeus' do Mundial2026.

[Em declarações à LiveMode TV] Rescaldo do encontro: “A mensagem é de que podemos estar muito orgulhosos. Os jogadores fizeram um desempenho com o coração. Acho que foi o nosso melhor jogo no Mundial. A bola bate na barra, não entra, e essa é a diferença num jogo muito igual. Os jogadores mereciam o prolongamento. Mas é um orgulho. O futebol é assim e precisamos de aceitar isto.”
O que faltou frente a Espanha: “Defendemos muito bem e tivemos uma agressividade sem bola muito boa. Jogámos contra uma equipa que é favorita e fizemo-lo olhos nos olhos. Precisávamos de mais um bocadinho de sorte em situações no último terço para podermos utilizar as oportunidades. Mas, no geral, é um jogo que podia cair para qualquer um dos lados. E um jogo muito igual, como já tinha sido a final da Liga das Nações. Merecíamos ir ao prolongamento.”
[Em declarações à RTP] Justificação para a derrota: “No futebol também há sorte, faz parte a boa bater na trave. É triste e o resultado é o que fica, mas muito orgulhoso pelo desempenho e pelo que os jogadores fizeram ao longo do torneio. Jogámos contra a Espanha olhos nos olhos, uma estrutura defensiva muito forte, com muita intensidade. Fechámos tudo aquilo que a Espanha gosta de fazer…”
As palavras de Bruno Fernandes: “Agora queremos sempre ser perfeitos, temos muita capacidade com bola, fizemos isso na primeira parte, queríamos chegar mais ao último terço, mas no geral, o jogo é com duas equipas e o adversário fez um bom desempenho, acho que foi um bocado de azar e o prolongamento era o que merecíamos. Hoje é um dia de tristeza.”
As últimas trocas: “Terminar o jogo fortes. Acho que foi importante o Rafael Leão, fez um jogo muito bom frente à Croácia, hoje tentámos jogar com a frescura do Félix, mas depois precisámos de proteger o Leão, e era utilizar a sua frescura do banco, e entrou muito bem. Depois, os jogadores que entraram fizeram-no bem. O Nélson Semedo entrou muito bem, o Dalot e o Bernardo Silva também, todos acrescentaram.”
Adeus à seleção?: “Vamos ver, agora o importante é dignificar o trabalho dos jogadores.”



